Facebook compra empresa contra quem travou briga judicial em 2009 para incrementar rede social

De rivais na Justiça a parceiros. A relação entre Facebook e WhoGlue é muito curiosa. Depois de brigarem judicialmente por conta de uma patente ligada a redes sociais, registrada em 2001 pelo WhoGlue, três anos antes de o Facebook existir, as duas empresas agora são uma só. Mark Zuckerberg comprou a companhia, que é responsável por construir mini redes sociais para organizações e instituições.

Desde o pós-julgamento, em 2010, Jason Hardebeck, CEO do WhoGlue, revela que vem mantendo conversas com representantes do Facebook. Segundo ele, foi isso que acabou levando-o a aceitar uma negociação. Os números da venda não foram revelados.

Um funcionário do Facebook confirmou ao site TechCrunch que o acordo, de fato, foi fechado, mas revelou que a equipe do WhoGlue continuará trabalhando independente dos escritórios da rede social, produzindo seus nichos para escolas, companhias e qualquer tipo de grupo que deseje ter uma espécie de rede própria. É possível criar uma rede somente para seu colégio, por exemplo, como na verdade começou o Facebook.

Além disso, a tecnologia do WhoGlue permite criar mini redes sociais dentro de uma grande rede. Por exemplo, com um aplicativo para Facebook, seria possível unir grupos de amigos e relacionar-se apenas com eles em um determinado local, ao invés de expor para toda a sua lista o conteúdo das mensagens. Ou então filtrar os usuários da rede e criar um Facebook somente para brasileiros, por exemplo. 

Fonte: TechTudo

Faça uma boa ação: aplicativo no Facebook busca doadores de sangue

A última sexta-feira (25/11) foi o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. E em busca de aumentar o número de doadores no país, o Ministério da Saúde decidiu contar com a ajuda das redes sociais. A partir desta semana, a página do Ministério no Facebook terá um aplicativo no qual o internauta poderá se cadastrar como doador de sangue, aumentando assim o número de voluntários.

Os interessados devem informar nome, idade, tipo sanguíneo e a região onde moram (cidade e estado) no grupo Doe Sangue, mas não serão obrigados a doar imediatamente. Os hemocentros do país terão acesso ao banco de dados e, quando for registrada a falta de algum tipo de sangue em determinado local do território brasileiro, entrarão em contato com os doadores.

Com o cadastro virtual, a ideia é que os usuários espalhem a novidade para amigos que vivem na mesma localidade. No site do Ministério da Saúde há mais informações sobre quem pode e quem não pode ser doador. De acordo com o Ministério, se cada brasileiro doasse duas vezes ao ano, não haveria fila de espera para as transfusões.

Atualmente, apenas 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. Apesar de baixo, o percentual está dentro do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que varia de 1% a 3% da população. No entanto, a pressão por mais bolsas de sangue cresce a cada ano no país, e as 3,5 milhões de coletas por ano já não têm sido suficientes para suprir a demanda. O ideal é chegar a 5,7 milhões anuais.

Hospitais dos Estados Unidos também já realizaram campanhas de incentivo e busca de voluntários. A Cruz Vermelha americana presenteou os doadores com um pen drive de 2GB de memória, com o objetivo de aumentar a estocagem de sangue e incentivar um número maior de jovens a fazer doações.

Fonte: Olhar Digital

 

Infográfico compara segurança e privacidade no Google+ e no Facebook

Quem é mais seguro: Facebook ou Google+ +? Um infográfico desenvolvido pelo site VeraCode tenta responder a essa pergunta com números e informações sobre as configurações de privacidade de cada rede social. A conclusão fica aberta para cada usuário. Entre as muitas estatísticas fornecidas pelo estudo, algumas chamam bastante a atenção.

Por exemplo, você sabia que o Facebook impede, diariamente, de 250 a 600 mil tentativas de ataques hacker? Pois é. A cada dia, mais e mais internautas tentam derrubar a página da rede social. No último dia 5 de novembro, inclusive, integrantes do grupo hackitivista Anonymous tentaram invadir a rede da companhia em mais um episódio sem sucesso.

Ao que tudo indica, parece que suas informações estão seguras no Facebook. Especialmente, desde 2009, quando uma brecha no sistema de privacidade foi descoberta e rapidamente solucionada. A falha fazia com que todas as informações, independente das opções de segurança que você escolheu, ficassem visíveis para qualquer usuário.

Na comparação entre o Facebook e Google +, os sites são bem semelhantes nos requisitos de segurança. Ambos contam com navegação em HTTPS (a do Facebook é opcional), logout remoto, os números de celulares são armazenados, há dois fatores de autenticação, emitem alertas de atividades suspeitas e oferecem dicas na hora de criar sua senha.

A diferença principal, entretanto, fica por conta do tempo de armazenamento das suas informações no banco de dados das empresas. O Facebook as guarda para sempre, enquanto o Plus retém apenas por 18 meses.

No quesito visitas, as páginas do Google têm vantagem: 166,8 milhões contra 156, 3 milhões do Facebook, que também lucra menos do que a gigante de buscas: 29,32 bilhões contra 4,27 bilhões. Vale lembrar que, além da rede social, Facebook e Google concorrem em diversas áreas, como Games, Mensageiros Instantâneos, Vídeo Chamadas, Armazenamento de Fotos, Exibição de Vídeos e Agenda.

Configurações de privacidade bem diferentes

Contudo, no quesito privacidade, os dois sites diferem bastante. Enquanto o Facebook permite compartilhamento de diversas informações, como sua localização por meio do Foursquare, por exemplo, o Google+ não aceita este tipo de integração justamente para proteger a privacidade dos usuários.

Situação diferente acontece no uso de pseudônimos e bloqueio individual de usuários. Desta vez, quem leva vantagem é o Facebook, já que na rede social do Google, quando você bloqueia alguém, o internauta continua lendo seus posts. Além disso, no Plus, também não é possível impedir que alguém adicione você a um círculo de amizades.

Já no rastreamento de informações por meio de cookies, no entanto, bola fora para Mark Zuckerberg e companhia. O Facebook, recentemente, foi acusado de monitorar a navegação de seus usuários inclusive após eles saírem da página.

Levando em conta todos os fatores, apesar de ressaltar um ataque à base de dados do Google em janeiro de 2010, que fez com que hackers tivessem acesso às informações de muitos usuários, o VeraCode considera o Google + mais seguro do que o Facebook.

Fonte: TechTudo