A segurança é um item que o Google considera muito importante, pois, muitas vezes o usuário é induzido a clicar ou colocar sua senha em sites maliciosos

 

Pensando nisso, o Google lançou uma extensão para o Chrome que identifica e comunica quando o usuário tenta acessar o Gmail por uma URL falsa. O e-mail é uma das ferramentas mais populares usadas por serviços na Internet para identificar seus usuários, o que faz dele um alvo preferencial e fácil para ataques de phishing.

O que é phishing?

A prática consiste em um fraudador se fazer passar por uma pessoa ou empresa segura enviando uma comunicação eletrônica oficial. Isto acontece de várias formas, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, dentre outros. Como o nome propõe (Phishing), é uma tentativa de um fraudador tentar “pescar” informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes.

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O add-on, denominado Alerta de senha, pode ser baixado direto na loja do Chrome. Uma vez instalado, ele vai pedir que o usuário coloque sua senha do Gmail, que é criptografada e armazenada. A partir deste ponto, caso o usuário tente fazer login em um site que não é do Google, o navegador vai mostrar um aviso de alerta recomendando que ele modifique sua senha.
O serviço é parecido a uma ferramenta usada internamente pelo Google e que está disponível para o Google Apps for Work. Esta versão irá avisar o administrador caso um dos funcionários seja vítima de um ataque, fazendo com que ele seja capaz de reagir de acordo com a urgência.

O objetivo da ferramenta é diminuir os casos de phishing, que segundo o Google é uma tática eficaz em 45% das vezes e é responsável por aproximadamente 2% de todas as mensagens enviadas no Gmail. Por outro lado, ela também identifica quando a mesma senha é usada em outros sites legítimos, o que estimula o usuário a usar senhas distintas em suas contas, o que também eleva a segurança.
Apesar de estar disponível apenas para o Chrome, a extensão foi anunciada em código aberto, o que vai possibilitar que outros desenvolvedores a modifiquem para que seja compatível com outros navegadores.

 

Via Google e TechCrunch