As empresas que trabalham no ramo da certificação digital no país criaram uma associação. A ANCD – Associação Nacional de Certificação Digital.

 

Essa associação terá como principal objetivo explicar, de forma didática, os objetivos e a relevância das empresas e do cidadão comum possuírem uma certificação digital. O lançamento da entidade aconteceu na primeira semana de maio e o vice-presidente da Certisign, Júlio Cosentino, foi apontado para presidí-la.

Cosentino, elucidou que o setor sempre sentiu a falta de uma entidade que os representasse.

Aproximadamente, cerca de 10 bilhões de notas fiscais deixaram de ser emitidas, com a referente economia de papel, tempo, custos de remessa e espaços para a guarda desses documentos. Até o mês de fevereiro último, outro dado muito interessante e que aponta a melhoria da certificação digital, foram emitidos 9,353 milhões de certificados, o proporcional a um crescimento de 15% ao ano.

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Ética

A ANCD atuará sob a ponto de vista da ética que se necessita dentro da certificação digital para a identificação do indivíduo, comercial e de direito em meios eletrônicos.

“Tudo isso aliado à certeza da segurança e eficiência em transações eletrônicas para uma sociedade sustentável nos empreendimentos, nas relações sociais e ambientais. Além disso, queremos fortalecer nosso papel e termos reconhecimento ainda maior junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nas associações de classe, sindicatos, instituições de pesquisa científica e de ensino, instituições da sociedade civil e demais entidades e organismos nacionais e internacionais”, acrescentou Cangiano.

A ANCD começou a ser formulada ainda em setembro do ano passado. Desde então, muitas reuniões aconteceram, sempre com o objetivo de criar uma entidade com fins bem determinados e bem planejados.

Anda segundo Cangiano, também é bom elencar que além de ser um instrumento seguro, a certificação digital tem validade jurídica. Documentos assinados através certificação digital têm a mesma validade que os papéis físicos, que requerem coleta de assinaturas, reconhecimento de firmas, registros, autenticações, deslocamentos e outras providências burocráticas, que levam as pessoas e empresas a gastarem mais e perderem muito tempo.

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