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	<title>Vida de TI - www.vidadeti.com.br</title>
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<title>Vida de TI - www.vidadeti.com.br</title>
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		<title>O lado profissional nas redes sociais e suas saias justas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 11:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Executiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu no portal do Jornal Valor Econômico uma interessante matéria sobre as redes sociais e o lado profissional. Vale a pena refletir por alguns minutos para analisar qual imagem que é demonstrada por suas atitudes nestas redes. Afinal, é preciso ponderar se o seu comportamento pessoal encaixa com o seu perfil profissional. Boa leitura! Comentários]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no portal do <a title="Valor Econômico" href="http://www.valor.com.br/" target="_blank">Jornal Valor Econômico</a> uma interessante matéria sobre as redes sociais e o lado profissional. Vale a pena refletir por alguns minutos para analisar qual imagem que é demonstrada por suas atitudes nestas redes. Afinal, é preciso ponderar se o seu comportamento pessoal encaixa com o seu perfil profissional.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<blockquote><p>Comentários impróprios nas redes sociais já causaram a demissão de muitos executivos no Brasil e no exterior. Com uma busca rápida pela memória vêm à tona o caso do estilista John Galliano, desligado da grife Dior após declarações antissemitas divulgadas na internet, e de Alex Glikas, da Locaweb, que torceu contra o São Paulo &#8211; equipe patrocinada por seu empregador &#8211; no Twitter.</p>
<p>Episódios como esses se tornaram relativamente comuns com a popularização das mídias sociais e renderam até a criação de um grupo no Facebook, o &#8220;Have you been fired because of Facebook?&#8221; (Você já foi demitido por causa do Facebook?), com cerca de 140 membros. Ali, os participantes relatam episódios de demissão que tiveram como causa alguma rede social.</p>
<p>Agora, a relação das comunidades virtuais com a carreira profissional enfrenta um novo tipo de problema. As empresas passaram a interferir na vida on-line de seus funcionários mesmo que eles não tenham escrito nada sobre seus empregadores ou feito comentários indelicados. &#8220;As companhias, embora já tenham criado políticas de conduta nas redes sociais, ainda estão com dificuldades para fazer frente às mudanças trazidas por elas&#8221;, afirma João Baptista Brandão, professor da disciplina gestão de pessoas na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Eaesp-FGV).</p>
<p>Há cerca de um mês, um executivo alemão &#8211; que prefere não se identificar &#8211; teve sua demissão antecipada como consequência de sua atitude nas redes sociais. Ele foi enviado por uma multinacional alemã para atuar como gerente de projetos na filial brasileira em meados de 2011. Quase quatro meses após chegar ao Brasil, o profissional foi informado por sua chefe que a empresa precisava cortar custos e, como ele não estava atingindo os resultados esperados, seria desligado da companhia.</p>
<p>O comunicado foi feito em novembro e, segundo sua gestora, ele poderia continuar trabalhando até fevereiro, período em que estaria livre para buscar novas oportunidades profissionais. &#8220;Fiquei bem surpreso, pois estava completando exatos 90 dias úteis de trabalho na empresa. Pessoalmente, não acho muito justo fazer um cálculo de ROI (retorno sobre investimento) depois de um período tão curto&#8221;, disse o executivo ao Valor.</p>
<p>Abalado com a notícia que acabara de receber, ao chegar em casa o gerente de produtos deletou sua chefe de seus contatos em todas as redes sociais das quais fazia parte e também excluiu alguns de seus colegas de trabalho da sua conta no Facebook. &#8220;Estava muito chateado. Não foi simplesmente perder um trabalho, mas sim ter de enfrentar uma grande mudança na minha vida pessoal&#8221;, conta o alemão, que afirma não ter escrito uma linha sequer na internet contra a empresa em que atuava.</p>
<p>Ao chegar ao escritório no dia seguinte, ele foi chamado para uma conversa com a responsável pela área de recursos humanos e uma das advogadas da empresa. &#8220;Queremos que você vá embora hoje. Ontem, a sua reação à demissão foi muito agressiva e, por essa razão, não será possível continuar o trabalho com você&#8221;, relata o executivo, relembrando o diálogo que culminou com o seu desligamento da multinacional.</p>
<p>A conta do profissional no Facebook foi deletada por ele mesmo em seguida. &#8220;Não me arrependo de ter começado a usar o Facebook, só de ter aceitado a minha chefe em uma rede social para assuntos particulares. Hoje, penso que essa comunidade deveria ser lugar exclusivo para os amigos e não para os colegas de trabalho. Para eles há redes como o LinkedIn, Xing e a InterNations&#8221;, diz.</p>
<p>Outro caso envolvendo as redes sociais e a trajetória profissional aconteceu recentemente na Inglaterra. Lá, o executivo de recursos humanos John Flexman está processando seu antigo empregador, o BG Group, por ter exigido que ele retirasse algumas informações de seu currículo no LinkedIn.</p>
<p>Flexman contou à imprensa britânica que recebeu uma ligação de seu chefe durante as férias pedindo que ele não divulgasse na internet que estava aberto a receber propostas de emprego, bem como informações de resultados alcançados por ele dentro da companhia. Além disso, Flexman foi convidado a participar de uma audiência interna disciplinar, já que teria quebrado regras estabelecidas pela empresa sobre a conduta esperada dos funcionários nas redes sociais. Por não concordar com tal atitude, o executivo acabou pedindo demissão da companhia.</p>
<p>&#8220;Não impedimos nossos funcionários de publicarem seus currículos nas redes sociais, mas naturalmente temos políticas sobre o conteúdo e a revelação de informações que podem ser potencialmente difamatórias, imprecisas ou confidenciais&#8221;, disse ao Valor um porta-voz do BG Group. &#8220;Estamos à vontade com a oportunidade de apresentar todos os fatos desse caso para o tribunal competente&#8221;, concluiu.</p>
<p>A consultora Karin Parodi, sócia-diretora da Career Center, ressalta que as redes sociais trazem uma exposição muito grande, o que torna perigoso qualquer tipo de atitude que o profissional tenha nesse ambiente &#8211; principalmente se ele trabalha em uma organização conservadora. Segundo ela, existe uma etiqueta a ser seguida quando um executivo está em busca de novas oportunidades. &#8220;A não ser que o profissional tenha falado para o seu chefe que está procurando outro emprego, não se deve abrir para todo mundo a intenção de trocar de companhia&#8221;, diz Karin.</p>
<p>Brandão, da FGV, reitera que ao fazer parte do quadro de funcionários de uma empresa o executivo deve ter zelo na exposição de sua relação com esse empregador. Essa preocupação se intensifica conforme o profissional passa a ocupar cargos mais altos. &#8220;Há um compromisso implícito do executivo de que ele sempre terá cautela ao falar algo da empresa publicamente&#8221;, ressalta. &#8220;No caso de Flexman, parece que houve um rompimento desse acordo.&#8221;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 282px"><img title="brandao" src="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/12/01/foto18carr-201-redes-d10.jpg" alt="" width="272" height="358" /><p class="wp-caption-text">Brandão, da FGV, diz que é preciso ter zelo ao expor relação com o empregador</p></div>
<p>Para alguns, esse pode parecer um modelo de gestão arbitrário, mas Brandão afirma que isso não é novidade. As empresas, afinal, sempre impuseram algumas práticas aos seus colaboradores, tais como a vestimenta no escritório. Desse modo, determinar o que pode ser dito sobre a companhia nas redes sociais não é muito diferente. &#8220;As atitudes recentes das empresas em relação ao comportamento de seus funcionários na internet não chegam a cercear a liberdade de expressão individual&#8221;, analisa.</p></blockquote>
<p><a title="Novas saias justas nas redes entre patrões e empregados" href="http://www.valor.com.br/carreira/1204302/novas-saias-justas-nas-redes-entre-patroes-e-empregados" target="_blank">Fonte</a></p>
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		<title>Facebook compra empresa contra quem travou briga judicial em 2009 para incrementar rede social</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 11:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>

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		<description><![CDATA[De rivais na Justiça a parceiros. A relação entre Facebook e WhoGlue é muito curiosa. Depois de brigarem judicialmente por conta de uma patente ligada a redes sociais, registrada em 2001 pelo WhoGlue, três anos antes de o Facebook existir, as duas empresas agora são uma só. Mark Zuckerberg comprou a companhia, que é responsável]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1167" title="Divulgação" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/whoglue.png" alt="" width="288" height="241" />De rivais na Justiça a parceiros. A relação entre Facebook e WhoGlue é muito curiosa. Depois de brigarem judicialmente por conta de uma patente ligada a redes sociais, registrada em 2001 pelo WhoGlue, três anos antes de o Facebook existir, as duas empresas agora são uma só. Mark Zuckerberg comprou a companhia, que é responsável por construir mini redes sociais para organizações e instituições.</p>
<p>Desde o pós-julgamento, em 2010, Jason Hardebeck, CEO do WhoGlue, revela que vem mantendo conversas com representantes do Facebook. Segundo ele, foi isso que acabou levando-o a aceitar uma negociação. Os números da venda não foram revelados.</p>
<p>Um funcionário do Facebook confirmou ao site TechCrunch que o acordo, de fato, foi fechado, mas revelou que a equipe do WhoGlue continuará trabalhando independente dos escritórios da rede social, produzindo seus nichos para escolas, companhias e qualquer tipo de grupo que deseje ter uma espécie de rede própria. É possível criar uma rede somente para seu colégio, por exemplo, como na verdade começou o Facebook.</p>
<p>Além disso, a tecnologia do WhoGlue permite criar mini redes sociais dentro de uma grande rede. Por exemplo, com um aplicativo para Facebook, seria possível unir grupos de amigos e relacionar-se apenas com eles em um determinado local, ao invés de expor para toda a sua lista o conteúdo das mensagens. Ou então filtrar os usuários da rede e criar um Facebook somente para brasileiros, por exemplo. </p>
<p><strong>Fonte: TechTudo</strong></p>
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		<title>Faça uma boa ação: aplicativo no Facebook busca doadores de sangue</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 11:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>

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		<description><![CDATA[A última sexta-feira (25/11) foi o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. E em busca de aumentar o número de doadores no país, o Ministério da Saúde decidiu contar com a ajuda das redes sociais. A partir desta semana, a página do Ministério no Facebook terá um aplicativo no qual o internauta poderá se]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última sexta-feira (25/11) foi o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue. E em busca de aumentar o número de doadores no país, o Ministério da Saúde decidiu contar com a ajuda das redes sociais. A partir desta semana, a página do <strong><span style="color: #ff0000;"><a href="https://www.facebook.com/minsaude"><span style="color: #ff0000;">Ministério no Facebook </span></a></span></strong>terá um aplicativo no qual o internauta poderá se cadastrar como doador de sangue, aumentando assim o número de voluntários.</p>
<p>Os interessados devem informar nome, idade, tipo sanguíneo e a região onde moram (cidade e estado) no grupo Doe Sangue, mas não serão obrigados a doar imediatamente. Os hemocentros do país terão acesso ao banco de dados e, quando for registrada a falta de algum tipo de sangue em determinado local do território brasileiro, entrarão em contato com os doadores.</p>
<p>Com o cadastro virtual, a ideia é que os usuários espalhem a novidade para amigos que vivem na mesma localidade. No <strong><span style="color: #ff0000;"><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/Gestor/visualizar_texto.cfm?idtxt=27519&amp;janela=1"><span style="color: #ff0000;">site do Ministério da Saúde</span></a></span></strong> há mais informações sobre quem pode e quem não pode ser doador. De acordo com o Ministério, se cada brasileiro doasse duas vezes ao ano, não haveria fila de espera para as transfusões.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1164" title="doesangue" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/doesangue.jpg" alt="" width="500" height="270" /></p>
<p>Atualmente, apenas 1,9% dos brasileiros doa sangue regularmente. Apesar de baixo, o percentual está dentro do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que varia de 1% a 3% da população. No entanto, a pressão por mais bolsas de sangue cresce a cada ano no país, e as 3,5 milhões de coletas por ano já não têm sido suficientes para suprir a demanda. O ideal é chegar a 5,7 milhões anuais.</p>
<p>Hospitais dos Estados Unidos também já realizaram campanhas de incentivo e busca de voluntários. A Cruz Vermelha americana presenteou os doadores com um pen drive de 2GB de memória, com o objetivo de aumentar a estocagem de sangue e incentivar um número maior de jovens a fazer doações.</p>
<p><strong>Fonte: Olhar Digital</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cientistas sul-coreanos inventam uma espécie de RoboCop da vida real</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 11:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Robô]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1987, muitos conheceram o RoboCop, policial metade homem e metade robô, em seu filme de ficção cientifica. Porém, agora, cientistas sul-coreanos inventaram uma espécie de RoboCop da vida real, que ficará encarregado de patrulhar prisões no país. Segundo o jornal inglês Telegraph, o projeto, capitaneado pelo governo do país, teve custo total de 1]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1161" title="Imagem: Divulgação" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/robocop.jpg" alt="" width="265" height="144" />Em 1987, muitos conheceram o RoboCop, policial metade homem e metade robô, em seu filme de ficção cientifica. Porém, agora, cientistas sul-coreanos inventaram uma espécie de RoboCop da vida real, que ficará encarregado de patrulhar prisões no país.</p>
<p>Segundo o jornal inglês Telegraph, o projeto, capitaneado pelo governo do país, teve custo total de 1 bilhão de wons (cerca de R$1,5 milhão). O robô, que tem 1,5 metro de altura, se move com a ajuda de 4 rodas, e consegue conversar com guardas e prisioneiros através de uma função de áudio remoto. Ele também possui um sensor que detecta anormalidades, como comportamento suicida e violento, reportando de forma automática aos policiais. O robô será utilizado, principalmente, durante turnos noturnos.</p>
<p>Lee Baik-Chull, líder do grupo de design do projeto, afirma que com a ajuda do robô, os policiais poderão se focar em outras atividades, como esforços em correção e reabilitação dos prisioneiros. Segundo ele, a equipe está trabalhando para deixá-lo com um visual mais amigável para os detentos, já que a parte do sistema de operação está quase concluída.</p>
<p>Uma prisão na cidade de Pohang, na Córeia do Sul, receberá 3 robôs para teste em março de 2012, quando o processo de desenvolvimento estará concluído.</p>
<p><strong>Fonte: Olhar Digital</strong></p>
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		<title>O que você precisa saber sobre o Plano Nacional de Banda Larga</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 12:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde maio do ano passado, quando o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) foi lançado oficialmente, não se fala em outra coisa. A sigla tomou conta da mídia e está na boca do povo. Mas, você sabe exatamente o que o plano vai te oferecer? E, ainda, você sabe quando ou como essa conexão vai]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1158" title="Imagem: Internet" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/bandalarga1.jpg" alt="" width="214" height="115" />Desde maio do ano passado, quando o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) foi lançado oficialmente, não se fala em outra coisa. A sigla tomou conta da mídia e está na boca do povo. Mas, você sabe exatamente o que o plano vai te oferecer? E, ainda, você sabe quando ou como essa conexão vai chegar à sua cidade? A gente explica.</p>
<p>O objetivo do PNBL é massificar até 2014 a oferta da internet banda larga para 40 milhões de domicílios, espalhados por 4.283 municípios de todas as regiões do país. Até aí, tudo bem. No entanto, a intenção é oferecer conexões com velocidade de 1 Mbps por R$ 35,00 &#8211; ou R$ 29,90 para os Estados que aprovarem o corte do ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias). E é aí que moram os problemas.</p>
<p>A velocidade e o preço não são dos melhores. Isso porque para baixar um arquivo de 1 GB com essa conexão, seriam necessárias cerca de 2 horas, e contratar um plano de R$ 35 por mês já é realidade nas operadoras privadas. No Estado de São Paulo, por exemplo, o Speedy e a Net Virtua oferecem planos de 1 Mbps por R$ 29,90.</p>
<p>Fora isso, o programa está bastante atrasado em sua implementação. A meta era oferecer banda larga para 100 municípios em 2010, mas a primeira cidade só foi contemplada em agosto de 2011. Agora, o governo federal anunciou que vai atender 1.163 municípios até dezembro e a Telebras, operadora do programa, afirmou que irá levar a banda larga para 142 municípios da região sul até 2012. Um dos desafios da empresa na implementação do PNBL é a necessidade de implantação da rede de fibras ópticas em 150 cidades brasileiras até o final deste ano.</p>
<p>&#8220;O maior obstáculo que enfrentamos é a velocidade de aprovação. É bem demorado conseguir licença ambiental e, por isso, dilata-se o cronograma. Esse é o motivo de termos procurado provedores parceiros&#8221;, disse o presidente da Telebras, Caio Bonilha, em entrevista para o Olhar Digital. &#8220;Avançamos bastante na estruturação da Telebras durante esses meses e iniciamos os trabalhos de implantação do PNBL no Distrito Federal, Goiás e em outros estados do país&#8221;, completa Bonilha.</p>
<p>Acordos de adesão ao programa já foram feitos com as principais operadoras de telefonia fixa e móvel do país como Oi, CTBC, Sercomtel, Telefônica e Tim. No entanto, as companhias terão de investir em regiões menos desenvolvidas e aumentar gradativamente o limite de downloads das conexões. As operadoras precisam garantir pelo menos 20% da velocidade assinada &#8211; ou seja, cerca de 200 Kbps.</p>
<p>Outra dificuldade é o custo do modem que deverá ser adquirido pelo usuário. Com o sistema de internet via rádio, apresentado pela SadNet e LogTel, é preciso ter uma estação receptora que custa mais de R$ 200. E para a banda larga móvel por 3G é mandatório um modem comercializado pelas próprias operadoras, que sai por cerca de R$ 95. Porém, Bonilha lembra que o governo está tomando medidas para o barateamento do custo de equipamento como a inserção de um artigo que propõe a desoneração de impostos sobre o preço dos modems.</p>
<p>Quer mais um empecilho? O PNBL tem um limite de downloads. De acordo com a Telebras, o usuário poderá baixar no máximo 300 MB por mês e, caso ele exceda, terá de pagar a mais ou ter sua velocidade reduzida até o próximo mês.</p>
<p>Para o ministério das Comunicações, a velocidade de 1 Mbps e limites de downloads não são ruins, uma vez que, de acordo com a última pesquisa do IBOPE, 21,1% da população conectada tem velocidades inferiores a 512 Kbps &#8211; se somarmos as conexões de até 2 Mbps, esse número chega 68,9%.</p>
<p>Apesar dos vários problemas, esta será a chance de vários brasileiros se conectarem e conhecerem o mundo de uma outra maneira &#8211; ainda que de uma forma mais lenta e com certas limitações. Segundo o ministro das Comunicações Paulo Bernando, o governo espera aumentar essa velocidade, mas apenas em 2014. A ideia é ofertar internet de 5 Mbps de velocidade. É esperar para ver.</p>
<p><strong>Fonte: Olhar Digital</strong></p>
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		<title>Empresas aprovam o Sped e acreditam que sua implantação trará mais benefícios ao mercado do que ao governo, aponta pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 19:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Estudos Contábeis e Fiscais da WK Sistemas, uma das principais desenvolvedoras de softwares para as áreas contábil e fiscal do país, revelou que a maioria das empresas brasileiras conhece e apóia os objetivos e implicações do Projeto Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). A maioria, 77%, é a favor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1141" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1141" title="Estanislau Mário Balzan" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/231111_wk.jpg" alt="" width="300" height="201" /><p class="wp-caption-text">Estanislau Mário Balzan, diretor de Marketing da WK: empresas têm um conceito positivo do Sped</p></div>
<p style="text-align: left;">Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Estudos Contábeis e Fiscais da WK Sistemas, uma das principais desenvolvedoras de softwares para as áreas contábil e fiscal do país, revelou que a maioria das empresas brasileiras conhece e apóia os objetivos e implicações do Projeto Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). A maioria, 77%, é a favor do projeto, sendo que 59,9% manifestam restrições, enquanto que 17,8% não fazem nenhuma restrição. O número de respondentes totalmente contra é de apenas 3%. Outros 19,1% não têm opinião formada a respeito.</p>
<p>A maioria dos respondentes (54,2%) acredita que o projeto Sped vai trazer vantagens para as empresas e mercado. Apenas 3% enxergam somente aspectos negativos e 10% acreditam que não haverá nenhum tipo de alteração. Para 32,4%, as vantagens serão apenas do governo.</p>
<p><a href="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/box_wk.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1142" title="box_wk" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/box_wk.jpg" alt="" width="304" height="284" /></a>“A pesquisa mostrou que as empresas de um modo geral formaram um conceito positivo em torno do Sped. Parece haver uma conscientização de que a aplicação de avanços tecnológicos na contabilidade e nas operações tributárias tende a cercear a concorrência desleal, colocando a maioria das empresas em patamares de competitividade semelhante”, avalia Estanislau Mário Balzan, diretor de Marketing da WK. “O índice de empresas contrárias ao Sped ou que enxergam apenas aspectos negativos gira em torno de apenas 3%”, complementa.</p>
<p>A maioria das empresas (58.6%) conhece as atribuições e aplicações do Sped em sua área. Apenas 9,4% revelaram ter completo desconhecimento. Um total de (42,5%) está inserida em algum subprojeto do Sped e já está cumprindo a obrigatoriedade. Mas a maioria, 57,5%, está em situação indefinida.</p>
<p>A maioria (57%) tem conhecimento de que pode sofrer penalidades e busca <a href="http://www.wk.com.br/"><img class="alignright size-full wp-image-1143" title="link wk" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/link-wk.jpg" alt="" width="292" height="176" /></a>o cumprimento dos prazos. Apenas 0,6% acreditam que haverá prorrogação das obrigações.</p>
<p>Para 36,8%, a aplicação das normas do Sped trouxe alguma melhoria na gestão, enquanto que 16,9% acham que ocorreram complicações, sem benefícios de integrações. Para 19,2% não houve qualquer alteração.</p>
<p>Quanto aos processos internos, houve melhorias na avaliação de 35,3%, enquanto que para 34,3% não houve alterações.</p>
<p><strong>PROJETO SPED</strong></p>
<p>O Sped é composto por um conjunto de normas e sistemas contábeis e tributários que atingem diversas categorias empresariais. Ele já está presente em alguns setores, mas sua implantação é gradativa, abrangendo novas empresas com o decorrer do tempo.</p>
<p>Os respondentes da pesquisa da WK foram classificados dentro dos principais segmentos que atualmente estão envolvidos ou que no futuro possam vir a ser atingidos pelas diversas normas do Sped. Participaram da pesquisa 315 representantes de empresas entre os dias 14 de outubro e 14 de novembro.</p>
<p>Confira os resultados da pesquisa:</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1144" title="grafico_sped_1" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_1.jpg" alt="" width="596" height="362" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_2_jpg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1145" title="grafico_sped_2_jpg" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_2_jpg.jpg" alt="" width="590" height="390" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1146" title="grafico_sped_3_jpg" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_3_jpg.jpg" alt="" width="597" height="456" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1147" title="grafico_sped_4_jpg" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_4_jpg.jpg" alt="" width="594" height="474" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1148" title="grafico_sped_5" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_5.jpg" alt="" width="592" height="451" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1149" title="grafico_sped_6" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_6.jpg" alt="" width="590" height="359" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1150" title="grafico_sped_7_jpg" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_7_jpg.jpg" alt="" width="580" height="407" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1151" title="grafico_sped_8_jpg" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/grafico_sped_8_jpg.jpg" alt="" width="594" height="377" /></p>
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		<title>Nova tecnologia permite deixar materiais invisíveis</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>
		<category><![CDATA[invisibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nanotubos de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da capa da invisibilidade (Vídeo no final do post), uma outra tecnologia promete deixar objetos completamente invisíveis. Isso seria possível através do uso de nanotubos de carbono, que já são capazes de fazer com que materiais desapareçam por completo embaixo d&#8217;água. Para quem não sabe, os nanotubos de carbono (NTC, na sigla em inglês)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da capa da invisibilidade (Vídeo no final do post), uma outra tecnologia promete deixar objetos completamente invisíveis. Isso seria possível através do uso de nanotubos de carbono, que já são capazes de fazer com que materiais desapareçam por completo embaixo d&#8217;água.</p>
<p>Para quem não sabe, os nanotubos de carbono (NTC, na sigla em inglês) são cilindros microscópicos compostos por moléculas &#8211; de carbono, claro &#8211; que possuem propriedades de altíssimo valor no campo da nanotecnologia, eletrônica, óptica e outros segmentos. Além disso, possuem propriedades de condução térmica, mecânica e elétrica, contribuindo para inúmeras melhorias nas estruturas dos materiais.</p>
<p>No caso da água, a tal &#8220;capa da invisibilidade&#8221; utilizou uma técnica que consiste em esquentar o líquido até que ele chegue a altas temperaturas. Ao atingir 2.300 ºC e combinada aos nanotubos de carbono, a água faz o objeto desaparecer completamente, criando, assim, um efeito de miragem que ocorre quando a luz muda de direção ao passar pelo material com densidade diferente.</p>
<p>Agora, os mesmos nanotubos de carbono foram utilizados para que os objetos não reflitam a luz, tornando-os invisíveis. Isso não permite que as coisas realmente desapareçam ou fiquem transaparentes de verdade, mas o material em questão fica preto. Caso ele seja colocado num fundo escuro, não importa o quanto procure: não será possível enxergar nada, pois o objeto &#8220;some&#8221;.</p>
<p>A NASA tem usado essa tecnologia para escurecer o interior de telescópios. No entanto, um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) já realiza testes para esconder objetos com os aparelhos. Na imagem abaixo, por exemplo, o tanque é pintado com os nanotubos de carbono para então desaparecer no fundo escuro:</p>
<div id="attachment_1136" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1136" title="Imagem: Internet" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/nanocarbono1.jpg" alt="" width="500" height="323" /><p class="wp-caption-text">Nanotubos de carbono foram utilizados para que objetos não reflitam a luz, tornando-os invisíveis</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Veja a seguir o vídeo da capa de invisibilidade:</strong><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/3YO4TTpYg7g" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Olhar Digital</p>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 10:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/20111122.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1130" title="20111122" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/20111122.jpg" alt="" width="626" height="256" /></a></p>
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		<title>Infográfico compara segurança e privacidade no Google+ e no Facebook</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é mais seguro: Facebook ou Google+ +? Um infográfico desenvolvido pelo site VeraCode tenta responder a essa pergunta com números e informações sobre as configurações de privacidade de cada rede social. A conclusão fica aberta para cada usuário. Entre as muitas estatísticas fornecidas pelo estudo, algumas chamam bastante a atenção. Por exemplo, você sabia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é mais seguro: <strong>Facebook</strong> ou <strong>Google+ +</strong>? Um <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.veracode.com/resources/facebook-google-privacy-security">infográfico</a></span> </strong>desenvolvido pelo site VeraCode tenta responder a essa pergunta com números e informações sobre as configurações de privacidade de cada rede social. A conclusão fica aberta para cada usuário. Entre as muitas estatísticas fornecidas pelo estudo, algumas chamam bastante a atenção.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1126" title="Imagem: TechTudo" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/facebookxgoogleplus.jpg" alt="" width="300" height="200" />Por exemplo, você sabia que o Facebook impede, diariamente, de 250 a 600 mil tentativas de ataques hacker? Pois é. A cada dia, mais e mais internautas tentam derrubar a página da rede social. No último dia 5 de novembro, inclusive, integrantes do grupo hackitivista Anonymous tentaram invadir a rede da companhia em mais um episódio sem sucesso.</p>
<p>Ao que tudo indica, parece que suas informações estão seguras no Facebook. Especialmente, desde 2009, quando uma brecha no sistema de privacidade foi descoberta e rapidamente solucionada. A falha fazia com que todas as informações, independente das opções de segurança que você escolheu, ficassem visíveis para qualquer usuário.</p>
<p>Na comparação entre o Facebook e Google +, os sites são bem semelhantes nos requisitos de segurança. Ambos contam com navegação em HTTPS (a do Facebook é opcional), logout remoto, os números de celulares são armazenados, há dois fatores de autenticação, emitem alertas de atividades suspeitas e oferecem dicas na hora de criar sua senha.</p>
<p>A diferença principal, entretanto, fica por conta do tempo de armazenamento das suas informações no banco de dados das empresas. O Facebook as guarda para sempre, enquanto o Plus retém apenas por 18 meses.</p>
<p>No quesito visitas, as páginas do Google têm vantagem: 166,8 milhões contra 156, 3 milhões do Facebook, que também lucra menos do que a gigante de buscas: 29,32 bilhões contra 4,27 bilhões. Vale lembrar que, além da rede social, Facebook e Google concorrem em diversas áreas, como Games, Mensageiros Instantâneos, Vídeo Chamadas, Armazenamento de Fotos, Exibição de Vídeos e Agenda.</p>
<p><strong>Configurações de privacidade bem diferentes</strong></p>
<p>Contudo, no quesito privacidade, os dois sites diferem bastante. Enquanto o Facebook permite compartilhamento de diversas informações, como sua localização por meio do Foursquare, por exemplo, o Google+ não aceita este tipo de integração justamente para proteger a privacidade dos usuários.</p>
<p>Situação diferente acontece no uso de pseudônimos e bloqueio individual de usuários. Desta vez, quem leva vantagem é o Facebook, já que na rede social do Google, quando você bloqueia alguém, o internauta continua lendo seus posts. Além disso, no Plus, também não é possível impedir que alguém adicione você a um círculo de amizades.</p>
<p>Já no rastreamento de informações por meio de cookies, no entanto, bola fora para Mark Zuckerberg e companhia. O Facebook, recentemente, foi acusado de monitorar a navegação de seus usuários inclusive após eles saírem da página.</p>
<p>Levando em conta todos os fatores, apesar de ressaltar um ataque à base de dados do Google em janeiro de 2010, que fez com que hackers tivessem acesso às informações de muitos usuários, o VeraCode considera o Google + mais seguro do que o Facebook.</p>
<p><strong>Fonte: TechTudo</strong></p>
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		<title>BNDES e Eike Batista serão sócios da Foxconn para fabricar produtos no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 17:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WK Sistemas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de TI]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Eike Batista]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para montar sua operação brasileira de produtos da Apple, a Foxconn terá como sócios o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o empresário Eike Batista. Os dois já assinaram um acordo de confidencialidade com a empresa taiwanesa. Segundo a Folha de São Paulo, a primeira etapa do investimento da Foxconn seria de]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/foxconn.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1122" title="Imagem: Internet" src="http://www.vidadeti.com.br/wp-content/uploads/2011/11/foxconn.jpg" alt="" width="500" height="270" /></a>Para montar sua operação brasileira de produtos da Apple, a Foxconn terá como sócios o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o empresário Eike Batista. Os dois já assinaram um acordo de confidencialidade com a empresa taiwanesa.</p>
<p>Segundo a Folha de São Paulo, a primeira etapa do investimento da Foxconn seria de US$ 4 bilhões, uma pequena parte dos US$ 12 bilhões que deverão ser destinados à instalação de uma fábrica de telas para televisores. Eike Batista se comprometeu a entrar com US$ 500 milhões na sociedade. Já o BNDES pode bancar até 30% do negócio (cerca de US$ 1,2 bilhão) para iniciar a fabricação das telas e, possivelmente, outros dispositivos da Apple.</p>
<p>O presidente-executivo da companhia taiwanesa quer entrar somente com sua tecnologia na sociedade, sem desembolsar 1 centavo. No entanto, o governo contratou uma consultoria para avaliar o valor dos recursos que vão ser utilizados e ainda espera convencer o empresário a entrar também com o dinheiro. Tanto o BNDES quanto Eike e Terry Gou, CEO da Foxconn, estão em busca de mais sócios para construírem dois setores: um para erguer a fábrica, que provavelmente vai se instalar no interior de São Paulo, e outro para absorver a tecnologia.</p>
<p>No Palácio do Planalto (Brasília), a avaliação é que há 70% de chances do negócio se concretizar. Porém, ainda falta acertar alguns detalhes para que a Foxconn inicie sua linha de montagem relacionada aos produtos da Apple, como incentivos fiscais e facilidades de construção ainda não negociados.</p>
<p>Vale lembrar que a empresa de Terry Gou já tem o aval da Superintendência da Zona Franca de Manaus, a SUFRAMA, para a produção de mídia e hardware no Brasil. Nesse caso, produtos como celulares, máquinas fotográficas, consoles e jogos de videogame serão os beneficiados.</p>
<p><strong>Fonte: Olhar Digital</strong></p>
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