Artigos com o marcador gartner
Quais os 5 softwares que serão mais demandados pelas empresas em 2011
07/02/11
Relatório do Gartner diz que este será o da modernização dos sistemas, do uso de soluções em nuvem e das aplicações inovadoras
Em 2011, o mercado de software corporativo vai movimentar receitas que ultrapassarão os US$ 253 bilhões, o que representa um aumento de 7,5% em relação, segundo levantamento do Gartner. Entre as cinco principais soluções que contribuirão para o crescimento do setor, o estudo indica que as organizações vão demandar, com mais ênfase, cinco aplicações: BI (business intelligence), colaboração, gestão de conteúdo, softwares ‘sociais’ e SCM (Supply Chain Management ou, em português, gestão da cadeia de suprimentos).
O Gartner aponta também que este será o ano em que as empresas vão investir na modernização do ambiente de sistemas, utilizando modelos alternativos, como software como serviço (SaaS) e soluções em cloud computing (computação em nuvem). Outro foco dos investimentos em software será direcionado a buscar aplicações voltadas a contribuir com aumento de receitas e que tragam inovação.
O relatório prevê que, até 2015, o grande crescimento do mercado de software virá de soluções que garantam o alinhamento às demandas das áreas de negócio, no sentido de atrair e reter clientes, melhorar processos, aumentar a colaboração, gerenciar conteúdos, monitorar performance, garantir transparência nos resultados e contribuir com a eficiência e a flexibilidade operacional.
Fonte: Olhar Digital
Gartner: “superfornecedores” podem desacelerar inovação
21/10/10
O Gartner vem alertando o mercado sobre uma categoria de superfornecedores, resultado do grande apetite das grandes empresas por aquisições, focados em ofertas abrangentes e altamente integradas.
Consolidada a tendência, o vice-presidente de pesquisas da Gartner, Peter Sondergaard, critica o movimento. “Adquirir soluções é uma coisa, manter é outra completamente diferente. Integrações que envolvam absolutamente todos os detalhes de uma tecnologia são impossíveis de serem mantidas no longo prazo e os usuários não aceitarão arquiteturas medíocres”, afirma.
Sondergaard não chegou a listar os superfornecedores que estão se formando. Mas isso nem foi necessário, já que a maioria das maiores companhias de TI estão nesse movimento.
A Oracle é um dos primeiros exemplos que vêm à mente, não só pela aquisição da Sun Microsystems, mas também de diversos fornecedores de menor porte. A HP realizou muitas aquisições bilionárias nos últimos 10 anos, incluindo a 3Par, na área de storage e a 3Com, para a área de redes.
A IBM não fica atrás: anunciou que investiria 20 bilhões em aquisições nos próximos cinco anos, além de já ter comprado muita tecnologia nos últimos dois anos. A Cisco também se aproxima na corrida, com a adição de servidores no seu portifólio de produtos.
O fato é que o movimento de fusões e aquisições virou um motor importante de obtenção de inovações. E novos conceitos como computação em nuvem, redes sociais, sistemas sensíveis ao contexto e reconhecimento de padrões são muito perseguidos pelos superfornecedores.
Se a Gartner estiver correta, esse processo pode fazer com que as inovações caminhem de forma mais lenta.
Fonte: ComputerWorld

